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TIPOS DE SAL - Mateus 5.13 (Pr. Paulino Cordeiro)
Sermão
Interesse de Comunhão

O SAL, nos seus tempos de elevado valor, chegou a ser usado como moeda, daí a palavra "salário" para identificar a remuneração mensal de um operário.

(Baixe aqui o áudio deste sermão no formato MP3 - duração de 19'43'', tamanho de 1,12MB).

Nos Tempos antigos não havia geladeira, além de ser usado na culinária, o sal era muito usado como conservante.

Asim como existe sal verdadeiro e falso, também existem crentes verdadeiros e falsos: Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens - mateus 5.13.

Neste versículo, vemos que Jesus afirma existirem dois tipos de sal:

01. Sal verdadeiro

Vós sois o sal da terra!

O verdadeiro crente é comparado ao sal puro, para ele as coisas fora da Palavara de Deus são consideradas repugnantes, tais como os pecados descritos em Gálatas 5.19-21. Vivemos tempos em que surgiram muitos outros temperos que comparados ao sal todos são falsos, assim tem sido o mundo espiritual, muitos se dizendo serem de Deus, são regunganantes. 

É tempero: Jó 6.6-7 considera repugnante a comida sem sal. Vivemos o tempo da gastronomia, ou seja, da glutonaria, mas uma coisa é notória, ninguém ingere alimento sem sal.

O bom paladar sabe identificar o bom sal, assim é nossa vida espiritual, as pessoas sabem quando somos o verdadeiro sal da terra. O diabo tem um cardápio bem diversificado, agradável, mas mortífero, não é temperado com o verdadeiro sal. Você tem sido o sal da terra, tem apresentado o cardápio de Deus às pessoas, bem temperado com o verdadeiro sal?  

É remédio: Ezequiel 16.4 compara Israel a uma criança abandonada que ainda não havia passado pelos cuidados, nem havia sido purificada pela lavagem com água e sal. Todos sabemos que o sal está presente em muitas fórmulas de remédios, sais para banho e até no shampoo contém sal. A Igreja, com a sã doutrina de Jesus, é o remédio para a humanidade doentia.

É símbolo de sabedoria: A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um - Cl 4.6. O verdadeiro Crente sempre dá respostas verdadeiras e sábias.

É usado em aliança com Deus: Conforme Levítico 2.13; Números 18.19; 2º Crônicas 13.5, na Aliança de Deus com o seu povo, todos os sacrifícios oferecidos, no altar, deveriam estar temperados com sal, como Aliança Eterna.

Na Nova Aliança, os verdadeiros Crentes são o sal da terra, manifestando o tempero, o remédio e a sabedoria de Deus aos perdidos.

02. Sal falso, insípido

Se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.

Insípido, sem sabor: Seu testemunho e suas obras não agradam a Deus e às pessoas.

Para nada mais presta: É triste a situação das pessoas rebeldes à vontade de Deus, para nada mais prestam, resta-lhes a condenação.

Ser pisado pelos homens: As pessoas que sabem da existência de Deus e não obedecem aos Seus mandamentos são escravas de homens e do diabo, são pisadas.

Como lhe restaurar o sabor? Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa - Atos 16.31.

Conclusão

Acabamos de aprender sobre algumas utilidades do sal verdadeiro e sobre a inutilidade e condenação do sal falso

Diante desta exposição, podemos concluir que o sal verdadeiro é o Crente cheio do Espírito Santo e sal falso, insípido, é a pessoa que não tem o Espírito Santo, passa por crente, mas não é crente.

O sal verdadeiro, que é o Crente fiel, produz o fruto do Espírito Santo, conforme Gálatas 5.22-23: Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

O sal verdadeiro, manifesta as verdades de Deus, sendo tempero no mundo estragado, remédio para os doentes e feridos, sabedoria para os que estão sendo enganados e manifesta a Aliança de Deus aos perdidos.

O sal falso, insípido, que é o ser humano rebelde aos mandamentos de Deus, produz as obras da carne, conforme Gálatas 5.19-21: Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

O sal falso é aquele que "parece, mas não é", cuidado!

O sal falso é o lobo vestido de cordeiro, pois, disfarçado de crente, pratica as obras das trevas.
            Pr. Paulino Cordeiro - 30.03.2008 - noite

 

 
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