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AMOR AOS PERDIDOS - Lucas 15.1-32 (Pr. Paulino Cordeiro)
Sermão
Interesse de Comunhão

Jesus era rejeitado pelos homens que pensavam serem donos de Deus, estes homens estavam possessos de espíritos de religiosidade, a crítica deles não era novidade: Lc 15.1-2: “Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles.” Jesus, sabiamente, respondeu com três parábolas.

Baixe aqui o áudio deste sermão no formato MP3 - (tamanho de 6.2mb).

Jesus, quando ensinava por parábolas, tinha um alvo; abrir a mente e o coração deles para o amor incondicional de Deus.

Jesus desafia a religiosidade deles, mostrando, com as três parábolas, que Deus ama os perdidos: Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido. (Lucas 19.10)

 

01.   Parábola da Ovelha Perdida - Lucas 15.3-7

O Bom Pastor está atento às necessidades de suas ovelhas e pronto para socorrê-las.

Na parábola, o pastor percebe que uma de suas 100 ovelhas está perdida. Ele deixa as 99 e vai procurar a perdida. Quando a encontra, volta para casa e chama seus vizinhos para comemorar o resgate.

Lucas 15.7 - Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

Os judeus se julgavam especiais para Deus, a tal ponto que nos seus corações já não havia lugar para arrependimento de pecados. Estes "crentões" representam as 99 ovelhas. Multidões de pessoas vivem na condição das noventa e nove ovelhas, bem confortáveis no interior de suas igrejas e apegadas a muitas crendices, julgando-se exclusivistas da salvação.       

Jesus, o Bom Pastor, procura ovelhas perdidas, ou seja, pessoas conscientes das ruínas do pecado e arrependidas. Quando Jesus encontra um pecador arrependido há grande festa no Céu.

02. Parábola da Moeda Perdida - Lucas 15.8-10

Outra vez Jesus apelando para as coisas práticas e para a inteligência das pessoas; mostrando que Deus não quer perder pessoas assim como pessoas não querem perder seu dinheiro.

A mulher perdeu uma dracma e ficou acordada procurando por toda a casa até achá-la. Imagine a bagunça que esta mulher fez em sua casa até achar a sua moeda e ao encontrá-la teve grande alegria, chamando suas amigas para se alegrarem com ela.

Lucas 15.10 - Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.

03.  Parábola do Filho Perdido - Lucas 15.11-32)

Agora Jesus não está usando figuras práticas do dia-a-dia, Ele relata a vida real, falando de um pai cheio de amor e cuidados com seus dois filhos.

Jesus passa a contar uma história emocionante e envolvente, está querendo quebrar o cascão da consciência daquele povo de maneira que pudessem receber o grande amor do Pai.

V. 13.2 O mais novo resolve exigir os seus bens e vai viver sem o Pai. No meio judaico um filho recebia sua herança quando o pai morria. Era um insulto, estava rejeitando seu pai, seu amor e sua bondade.

V. 13 Ele abandonou sua família, pegou suas malas e viajou para outros povos.

V. 14 Cheio de dinheiro, sem a sabedoria do Pai e a comunhão da família, cai em todo o tipo de pecado e imoralidades, logo ficou sem dinheiro, teve serias dificuldades e ficou faminto.

V. 15 O filho, que era privilegiado, estava reduzido à miséria. Para não morrer de fome foi cuidar de porcos. Um serviço sujo que era ofensivo aos rituais judaicos. Conforme a Lei de Moisés, porcos eram animais imundos. Certamente alguns dos ouvintes de Jesus começaram a imaginar seus filhos rebaixados a alimentar estes asquerosos suínos.

V. 16 Ele estava faminto. Olhava ansioso para o alimento (alfarrobas=vagem da alfarrobeira) dos porcos. Percebeu quanto tinha perdido. Estava humilhado, faminto, longe de casa. Ninguém percebia isso. Ninguém se preocupava. Ninguém o ajudava.

Nesta altura, eu creio que alguns pais já estavam com lágrimas nos olhos, imaginando seus amados filhos no meio daqueles porcos asquerosos.

V. 17 Ele se lembrava de como era maravilhoso antes de haver abandonado seu pai. Lembrava de que até os servos de seu pai recebiam melhor tratamento. Tinha uma saída talvez pudesse tornar-se um servo de seu pai.

V. 18-19 Derrotado e arrependido decidiu fazer o caminho de volta para casa, pedir misericórdia e perdão. Ensaiava como falar ao pai na esperança de receber alguma tarefa humilde. 

V. 20 Lá em casa, o pai não tinha perdido a esperança, num certo dia viu, ainda ao longe, a figura de seu filho perdido voltando ao lar e correu para abraçá-lo e beijá-lo.

V. 21 O filho, humilhado arrependido começou sua confissão: Pai pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.

V. 22-24 Suas palavras foram interrompidas pela voz de seu pai dando ordens aos seus servos: Tragam-lhe as melhores roupas que temos e preparem o melhor banquete para festejarmos! o Pai vê o coração do filho e expressa seu amor incondicional. 

V. 25-30 O filho mais velho sentiu-se injustiçado e não queria entrar na festa.

V. 15.31-32 Seu pai deu uma resposta poderosa: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu. Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.

Para o filho autossuficiente é impossível imitar o amoroso pai. Com a parábola Jesus mostra que aqueles fariseus estavam enredados no pecado. Jesus está consciente da feiura do pecado, mas o que lhe interessa é a beleza de um coração arrependido.

Como temos visto o pecador, será que vemos tal pessoa como alguém necessitando ouvir a mensagem da salvação do Senhor, ou olhamos com julgamento e desprezo? A diferença entre essas duas atitudes é o que separava Jesus dos fariseus.

Conclusão

Irmãos vejam o grande amor que o Pai tem por nós, estas três parábolas ilustram o amor incondicional do Pai pelos perdidos: a ovelha perdida, a dracma perdida e o filho perdido.

Lucas 19.10 - Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.

Não podemos perder de vista que Jesus além de amar incondicionalmente, também é justo:

   - As 99 ovelhas são os que acham que não precisam dos cuidados de Deus, são autojustificados.   

   - E as 9 dracmas?

   - E o filho mais velho que ficou murmurando?

Que filho sou eu?

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Paulino Cordeiro - Pastor da CEFA - Comunidade Evangélica Família Abençoada - Sermão compartilhado em 23.02.2014 - Noite.

 

 
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