Quem és tu?

| 10-07-2006

 

Ouvi-me, vós que conheceis a justiça, vós, povo em cujo coração está a minha lei; não temais o opróbrio dos homens, nem vos turbeis por causa das suas injúrias.  Porque a traça os roerá como a um vestido, e o bicho os comerá como à lã; mas a minha justiça durará para sempre, e a minha salvação, para todas as gerações. 

Desperta, desperta, arma-te de força, braço do SENHOR; desperta como nos dias passados, como nas gerações antigas;

Não és tu aquele que abateu o Egito e feriu o monstro marinho? 

Não és tu aquele que secou o mar, as águas do grande abismo?

Aquele que fez o caminho no fundo do mar, para que passassem os remidos? 

Assim voltarão os resgatados do SENHOR e virão a Sião com júbilo, e perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido. 

Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?

Quem és tu que te esqueces do SENHOR, que te criou, que estendeu os céus e fundou a terra, e temes continuamente todo o dia o furor do tirano, que se prepara para destruir?

Onde está o furor do tirano? O exilado cativo depressa será libertado, lá não morrerá, lá não descerá à sepultura; o seu pão não lhe faltará.  Pois eu sou o SENHOR, teu Deus, que agito o mar, de modo que bramem as suas ondas, o SENHOR dos Exércitos é o meu nome. 

 

(Boletim 197)